Por Rafael Thomazelli - CEO na Verzel

Vivemos uma era onde a tecnologia muda mais rápido do que conseguimos digitar “transformação digital”. E nesse ritmo alucinante, só sobrevive quem tem algo além de processos: resiliência.
Resiliência organizacional não é só resistir à crise, é se adaptar antes que a crise chegue. É ter cultura, estrutura e mentalidade para mudar a rota quando o GPS corporativo recalcula.
Tenho visto muitas empresas investindo em ferramentas de ponta, mas ignorando o fator humano, a cultura de aprendizado contínuo e a autonomia dos times. Resultado? Tecnologias novas com mentalidades antigas. E aí, não tem milagre: o crescimento estagna, a inovação emperra, e o concorrente passa voando.

Como programador que virou executivo, aprendi que não é sobre a tecnologia em si, mas sobre como as pessoas usam, entendem e se adaptam a ela.
Resiliência é entender que o erro faz parte do processo. Que velocidade > perfeição. Que uma empresa que erra rápido e aprende mais rápido ainda, cresce mais rápido.
Se a sua organização quer prosperar no futuro, comece agora: invista na capacidade de se adaptar. Isso não é custo, é vantagem competitiva.