
Nos últimos anos, a Inteligência Artificial deixou de ser apenas uma promessa tecnológica para se tornar parte da estrutura essencial do desenvolvimento de sistemas. De acordo com o Gartner (2025), até 2027 mais de 80% das empresas de tecnologia terão integrado IA em pelo menos uma etapa de seu ciclo de desenvolvimento.
A McKinsey complementa: companhias que escalam o uso da IA de forma estratégica alcançam ganhos de produtividade de até 45% e reduzem o tempo de entrega em até 40%.
Esses dados evidenciam uma mudança de paradigma. O desenvolvimento de software, antes dependente de grandes equipes e longos ciclos de entrega, está sendo reconfigurado por um modelo em que humanos e máquinas colaboram para gerar resultados mais ágeis, precisos e escaláveis.
No entanto, o desafio das organizações não é mais decidir se devem adotar IA, mas como fazê-lo de forma inteligente. O estudo do MIT (2025) mostrou que 95% das empresas que investiram em IA generativa no início do ano não registraram impacto direto na receita, justamente porque a adoção se restringiu a ganhos pontuais, sem uma estratégia conectada ao negócio.
A partir dessa realidade, surge a necessidade de um novo modelo de operação: a Squad IA, metodologia criada pela Verzel, que une especialistas humanos e inteligência artificial em um fluxo contínuo de desenvolvimento.
O modelo de Squad IA da Verzel não busca apenas acelerar o desenvolvimento, mas reconstruir sua base operacional. A IA atua em tarefas repetitivas, como testes, documentação e manutenção de código, liberando tempo humano para as decisões estratégicas, o que reduz custos operacionais em até 70% e aumenta a previsibilidade das entregas.
Mas o impacto vai além da eficiência. Ao combinar automação e inteligência humana, a Verzel cria times capazes de aprender e evoluir com cada entrega. Esse é o verdadeiro ponto de inflexão: a tecnologia acelera, mas o humano direciona.
Segundo a McKinsey (2023), a IA redefine três pilares fundamentais do desenvolvimento moderno: custo, qualidade e velocidade.
Esse equilíbrio entre custo, qualidade e velocidade sustenta o modelo da Verzel: squads enxutos, compostos por três profissionais e uma IA integrada, capazes de entregar até dez vezes mais rápido que uma estrutura tradicional.
Embora a automação seja o motor da eficiência, é o fator humano que define propósito, ética e direção. A Deloitte (2024) reforça que o futuro da tecnologia depende da liderança consciente: decisões orientadas por dados, mas guiadas por valores.
Na Verzel, cada squad é estruturado sob esse princípio. A IA executa, mas o humano valida, ajusta e garante que as entregas mantenham coerência estratégica e impacto real.
Segundo o Gartner (2024), empresas que estruturam a adoção da IA em fases, da assistida à autônoma, atingem produtividade 2,3 vezes maior e reduzem em 40% os incidentes de produção. O framework da Verzel segue essa lógica de evolução gradual, garantindo governança, escalabilidade e aprendizado contínuo em cada etapa.
A maturidade tecnológica, no entanto, só é sustentável quando o humano permanece no centro. A IA pode automatizar decisões, mas é o discernimento humano que assegura propósito e inovação genuína.
O Framework Verzel de Adoção de IA é o alicerce da solução Squad IA Verzel. Ele combina quatro pilares:
Esse modelo já vem transformando operações em setores como varejo, logística e finanças. Em um dos casos apresentados, um processo logístico que antes demandava 433 horas mensais passou a ser executado em apenas seis horas, com 95% menos erros.

A adoção da IA no desenvolvimento de sistemas não é sobre substituir pessoas, mas sobre libertá-las do operacional para que possam pensar estrategicamente. A verdadeira transformação acontece quando tecnologia e inteligência humana operam em sinergia.
Como conclui o Gartner (2024), “as organizações que alinham IA à estratégia de negócio não apenas aceleram, mas reescrevem as regras da competitividade.”
A Verzel acredita nesse equilíbrio e a Squad IA é a materialização dessa visão. Um modelo que entrega mais valor, com menos esforço e total alinhamento à estratégia corporativa.