
Por muito tempo, a tecnologia foi vista como substituta do trabalho humano. Agora, com a IA generativa, a conversa mudou: a questão não é mais “quem será trocado?”, mas “quem vai produzir mais e melhor com a ajuda da IA?”. Empresas que entenderam isso estão ganhando terreno.
Segundo o Gartner, até 2026, 80% das organizações usarão modelos de IA generativa em fluxos de trabalho corporativos,não para cortar pessoas, mas para ampliar a capacidade de entrega, aprendizado e inovação das equipes.
IA generativa é o nome dado às tecnologias capazes de criar novos conteúdos (textos, imagens, códigos, relatórios ou ideias) a partir de dados e instruções humanas. Mas o ponto-chave é justamente esse: a IA precisa do humano para funcionar bem.
Ela analisa grandes volumes de informação, identifica padrões e oferece possibilidades. O humano dá direção, contexto e julgamento. Quando esses dois lados se encontram, nasce uma nova camada de produtividade: mais criativa, estratégica e sustentável.
Cada empresa pode usar IA generativa de um jeito, mas os princípios de aplicação são parecidos.
Aqui estão alguns caminhos que já trazem resultados reais no dia a dia corporativo:
A IA pode resumir documentos, gerar relatórios executivos e sugerir insights. Em vez de substituir analistas, ela os libera para fazer o que mais importa: interpretar, decidir e agir.
No time de tecnologia, a IA ajuda a gerar código, encontrar falhas e propor soluções. Segundo a McKinsey, times que usam IA generativa no ciclo de desenvolvimento entregam projetos até 40% mais rápido e com 30% menos retrabalho.
Chatbots inteligentes e assistentes corporativos ajudam equipes a acessar políticas, manuais e indicadores com mais agilidade, reduzindo ruídos e tempo de busca por informação.
IA generativa auxilia na criação de rascunhos de posts, campanhas ou roteiros de vídeo, enquanto os profissionais cuidam da estratégia, narrativa e diferenciação da marca.
Sim, a IA generativa traz ganhos enormes, mas também exige governança.
Antes de colocar em produção, é preciso ter atenção a quatro pontos críticos:
Empresas maduras criam políticas claras de uso de IA, treinam colaboradores e definem o que pode (e o que não pode) ser automatizado.

Na Verzel, acreditamos que a tecnologia só faz sentido quando expande o potencial humano.
A IA generativa é uma aliada poderosa para multiplicar conhecimento, acelerar entregas e liberar pessoas para o que é mais criativo, analítico e estratégico. O futuro não será dominado por quem tem a melhor IA, mas por quem souber usá-la com propósito.
A Verzel ajuda empresas a implementar soluções de IA que aumentam produtividade e mantêm o controle sobre dados e decisões.
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